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06/10/2021

A rinite é uma doença caracterizada por uma irritação e inflamação da mucosa do nariz. Os sintomas, na maioria das vezes, aparecem quando as pessoas entram em contato com substâncias ou microorganismos capazes de provocar reações no corpo. 1

Quando os sintomas duram entre 7 e 10 dias, a rinite é classificada como aguda. Já na rinite crônica, os sintomas persistem por meses. Além disso, a rinite subdivide-se em três grupos, dependendo da causa:

  • rinite alérgica a reação é causada após exposição às substâncias alérgicas;
  • rinite não-alérgica: sua causa está relacionada aos vírus, bactérias e fungos.
  • rinite mista: há mais de um agente causador, como os microorganismos e substâncias alérgicas. 2

O que causa a rinite?

Existem inúmeras substâncias no meio ambiente que são consideradas alergênicas, ou seja, podem desencadear diversas reações no corpo. Os agentes causadores mais comuns são: 

  • pólen;
  • poeira;
  • alergia alimentar;
  • fatores genéticos;
  • agentes poluentes;
  • produtos químicos;
  • mudanças de clima;
  • fungos, vírus, bactérias e ácaros.

Esses agentes patogênicos possuem origens variadas e contribuem para potencializar os sintomas da rinite. 3

Quais os principais sintomas da rinite?

As principais reações da rinite costumam aparecer logo após o contato com os agentes causadores. Assim, as crises alérgicas são responsáveis por uma série de sintomas, entre eles:

  • coriza;
  • falta de ar;
  • dor de cabeça;
  • espirros frequentes;
  • coceira no nariz e olhos;
  • congestão nasal e obstrução da narina. 4

Qual o tratamento para a rinite?

A abordagem para tratar a rinite inclui promover a prevenção e o alívio dos sintomas, além de se obter o controle da doença. Portanto, evitar o contato com as substâncias alérgicas é fundamental para ficar livre das crises. 3

Para isso, maper o ambiente limpo e ventilado, sem acúmulo de poeira contribui para evitar a rinite. Também não é indicado consumir alimentos potencialmente alérgenos, bem como evitar a exposição aos produtos químicos. 3

Além disso,  lavar o interior do nariz com solução salina e o uso de medicamentos anti-inflamatórios intranasais e anti-histamínicos ajudam no controle da rinite. 3

Mas antes de começar qualquer tratamento é preciso consultar os médicos especialistas na doença. Os mais indicados são os imunologistas, alergistas, otorrinolaringologistas e clínicos gerais.

Telemedicina para o tratamento da rinite

No momento em que o mundo vive a pandemia do novo coronavírus, diferenciar os sintomas da rinite e da Covid-19 é importante para evitar idas desnecessárias aos hospitais. 5

Nesse contexto, muitos médicos utilizam a telemedicina para prestar o primeiro atendimento aos pacientes, sem que eles corram riscos de infecção por outras doenças. O médico, no uso de sistemas de telemedicina, pode diferenciar o quadro clínico de rinite e de Covid-19 e, após a consulta, fazer o encaminhamento necessário para exames e futuros tratamentos. 5

Os sintomas da rinite podem trazer muitas complicações para a rotina em geral, agravando distúrbios do sono, reduzindo produtividade e alterando a qualidade de vida das pessoas. 4

Portanto, perceber as reações que acontecem no corpo após o contato com diversas substâncias é uma forma de prevenir a rinite. Procure um especialista para o diagnóstico correto e viva sem crises alérgicas. É possível controlar a rinite praticando o autocuidado.

Referências:

  1. RODRIGUES, Cidália; DE SANTIS, Michele; ARROBAS, Ana Maria. Rinite alérgica e doenças associadas. Revista Portuguesa de Pneumologia, v. 15, n. 5, p. 891-898, 2009.
  2. FRIED, Marvin. Rinite. 2020. Manual MSD. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/casa/dist%C3%BArbios-do-ouvido,-nariz-e-garganta/doen%C3%A7as-do-nariz-e-dos-seios-paranasais/rinite. Acesso em: 26 abr. 2021.
  3. CAMELO-NUNES, Inês Cristina; SOLÉ, Dirceu. Rinite alérgica: indicadores de qualidade de vida. Jornal Brasileiro de Pneumologia, v. 36, n. 1, p. 124-133, 2010.
  4. IBIAPINA, Cássio da Cunha et al. Rinite alérgica: aspectos epidemiológicos, diagnósticos e terapêuticos. Jornal Brasileiro de Pneumologia, v. 34, n. 4, p. 230-240, 2008.
  5. CAETANO, Rosângela et al. Desafios e oportunidades para telessaúde em tempos da pandemia pela COVID-19: uma reflexão sobre os espaços e iniciativas no contexto brasileiro. Cadernos de Saúde Pública, v. 36, p. e00088920, 2020.

 NP-BR-FLF-PSP-210002

Países permitidos a publicação: Brasil

 

 

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